quinta-feira, 7 de abril de 2011

“Se eu for falar de tristeza”

Jessé Gomes da Silva Filho, famoso cantor e compositor, popularmente conhecido por Zeca Pagodinho, nasceu em Irajá, subúrbio do Rio de Janeiro, sendo criado em Del Castilho. Mas antes de se tornar famoso e popular, passou por experiências interessantes como a de anotador de jogo do bicho.

O apelido "Pagodinho" teve origem nas rodas de pagode, na casa de Tia Doca, em Madureira. Frequentando as rodas de samba do Bloco Cacique de Ramos, começou a ser ser admirado pelos seus versos e por sua capacidade de improvisar. Depois disso gravou inúmeros sucessos como o “Se eu for falar de tristeza”.
E é exatamente sobre isso que não desejamos mais escrever. O clássico já passou, tudo que havia para se falar já se falou, então é bola para frente, pois o campeonato ainda não terminou. Por mais que contestemos as escalações e a teimosia de nosso treinador, uma coisa não podemos negar, a guerra ainda não acabou. Não vamos ficar sofrendo, vamos seguir em frente, temos que continuar tendo esperança de que as coisas vão melhorar. Se eu for falar de tristeza; O meu tempo não dá; Tenho prazeres na vida; Para aproveitar.
Nosso amor pelo clube nunca vai deixar de existir, e não vai ser uma derrota num clássico que vai nos fazer sucumbir, queremos apenas que o time evolua e comece a reagir, para que nós torcedores possamos voltar a sorrir. Sei que o amor oferece tanta coisa boa; Eu não vou me preocupar com uma coisinha à toa; Se a mulher foi embora é que o amor acabou; Se eu perdi um amigo; Um outro ganhou; Se hoje estou cheio de vida; Amanhã também posso morrer; Se hoje dou um beijo novo; Amanhã também posso esquecer.
O campeonato continua e um novo encontro no estádio do Além das Pontes pode acontecer, e quem sabe possamos ir a forra, eliminando o "tombense" da competição catarinsense. Já os vencemos em outras oportunidades, fomos melhores no clássico, apesar de ineficientes, e com certeza, poderemos vencer novamente. Se o passado foi ontem; Amanhã o futuro virá; Se eu for falar de tristeza; O meu tempo não dá. “Vamo, vamo, Avaí!”


8 comentários:

iguatemi disse...

Tás certo. Otimismo é tudo!

Anônimo disse...

Hoje com rima, hein? Ficou melhor, ainda! ADOREI! Já tem gente tentando de copiá-lo, mas tenho certeza que não vão chegar nem perto. Como diz um grande amigo, "o que é bom tem que ser copiado, repetido, divulgado". Quem ganha? O leitor, claro, com uma leitura mais prazerosa e divertida!

Chuleta Avaiana disse...

É isso aí Iguatemi, bola pra frente! Um abraço da Chuleta Avaiana!

Chuleta Avaiana disse...

Valeu Anônimo, sempre incentivando nossas postagens musicais. Quanto a alguém copiar a ideia, penso que você foi muito feliz, o que é bom tem que ser copiado e se possível, melhorado. Um abraço da Chuleta Avaiana.

Flávia disse...

Gosto muito das tuas postagens. Não podemos desanimar.

Chuleta Avaiana disse...

Legal, Flávia, é isso aí, vamo, vamo, Avaí! Um abraço da Chuleta Avaiana.

Dinho disse...

Excelente texto. E é esse que deve ser nosso sentimento mesmo,acreditar que o amanhã será melhor!
Eu acredito!!!

Vamo Vamo Avaí!!!!!!!!!!!!!

Chuleta Avaiana disse...

Não dá pra gente se entregar, né Dinho. Ficamos chateados com o resultado, mas agora é olhar pra frente e esperar dias melhores. Um abraço da Chuleta Avaiana.