O Avaí foi muito criticado, seja individual ou coletivamente. Escrevemos muito aqui no blog que o Avaí em 2011 ainda não tinha uma cara e que tanto o time de Benazzi quanto o de Silas tinham o mesmo problema, a falta de esquema.
Com a chegada de Silas imaginamos que nossos problemas iriam acabar, ledo engano, eles pareciam apenas estar começando. Silas retornou e o torcedor de início abriu os braços; contudo, logo veio a desconfiança e imperou no reino da Ressacada a teimosia do treinador avaiano.
Na primeira oportunidade que o treinador avaiano escalou o time da “torcida”, deu no que deu. Na partida desse domingo não tivemos um jogador dos que iniciaram a partida que tivesse destoado dos demais companheiros. Renan foi pouco exigido, mas quando a bola foi ao gol praticou as defesas, em que pese ainda não inspirar grande confiança do torcedor avaiano.
Cássio e Gian fizeram uma boníssima partida, inclusive corrigindo uma de nossas principais deficiências durante estes primeiros meses do ano, a bola aérea. Bruno, Diogo Orlando e Marcinho Guerreiro foram perfeitos. Ressalta-se a função exercida por Bruno que flutuou entre os zagueiros avaianos fazendo um partidão. Julinho a cada jogo se firma e ganha confiança na posição.
Estrada teve um papel importante na partida, mesmo tendo que marcar o lateral adversário durante grande parte do jogo; todavia, dividiu com Marquinhos a armação da equipe. Marquinhos, em que pese ter batido a falta e o escanteio que originaram os dois gols avaianos, continua devendo. Na partida deste domingo ele foi muito importante pela experiência.
Na frente, Rafael Coelho e Willian formam uma dupla de ataque que incomoda qualquer zaga, brigaram o jogo inteiro, não dão refresco para os zagueiros adversários. Em suma, essa foi a melhor partida realizada pelo Avaí em 2011, tanto tática quanto individualmente. Que venha a Chapecoense.
Vamo, Vamo Avaí.
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